NEPAL, É PEDRA, É O FIM DO CAMINHO

Sorte tem o povo do Nepal, que não tem que enfrentar o governo de calamidade pública do PT. Felizmente, no Brasil a gente não tem terremoto, não tem tufão, não tem maremoto, mas, em compensação, tem a presidenta Fudilma Rousseff. Como um tsunami assassino, a presidenta-gerenta, em apenas um mandato, destruiu a Petrobras, devastou o poder aquisitivo dos trabalhadores e arrasou o sistema energético do país. Que estrago!

Mas nem tudo são más notícias: tem também as péssimas notícias. A Cruz Vermelha e a ONU já estão em Brasília tentando resgatar os mortos e feridos no meio dos escombros do governo petista-leninista. Por entre as ruínas do Detrito Federal, ONGs internacionais estão tentando resgatar a credibilidade da presidenta, mas os especialistas em catástrofes da GloboNews consideram isso impossível. A reconstrução do Nepal vai custar 6 bilhões de dólares. Vai sair mais barato que o prejuízo de 21 bilhões na PTbras, líder mundial em negociatas profundas. Para desviar a atenção dos sobreviventes brasileiros, o marqueteiro João Sacanna divulgou uma foto do ex-presidente em exercício Lula malhando. Ora, por que não mostraram uma foto minha, que vivo malhando o Lula há mais de 20 anos?

Já o PT (Partido do Terremoto) divulgou uma nota na qual afirma que a culpa do cataclisma político é do Fernando Henrique. O PT, Partido dos Trambiqueiros, também afirmou que está ajudando no resgate das instituições e já fez a sua parte: tirou o corpo fora. Como sempre.

Agamenon 30-04

Uma delegação da PTbras já está no Nepal para ajudar a roubar os donativos destinados às vítimas do terremoto.

Agamenon Mendes Pedreira é jornalista-catástrofe.

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2 Comentários

  1. Pingback: NEPAL, É PEDRA, É O FIM DO CAMINHO « Marcelo Madureira – VEJA.com

  2. Thabi   •  

    Pois é, esta mais fácil recuperar Nepal do que o Brasil.

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