1964: o ano que não acabou!

Era só o que me faltava, além do dinheiro, é claro! O Brasil é um país que só não está à beira do abismo porque o abismo, que não é bobo nem nada, já se mudou pra Portugal há muito tempo. Já estamos na segunda década do século XXI e o nosso Brasil, o gigante amolecido, continua vivendo no século passado. A pouco mais de 15 dias da eleição, a disputa vai se dar entre um militar do baixo clero (e do baixo nível) e um poste do Lula. Aliás, seria uma indelicadeza comparar o Fernando Retarddad com os postes. O poste, pelo menos, serve pros cachorros fazerem xixi. E o Fernando Dilmaddad serve pra quê? Pra visitar o ex-presidente e atual presidiário Luísque Inácio Lula da Silva na cadeia todo dia. Isso é a maior carceragem! O que ele vai fazer lá? Uma visita íntima? Deve ser porque o Lula adora Poder e poder com PH.

A campanha presidencial não está sendo feita nas ruas, mesmo porque as ruas estão muito violentas, cheias de candidatos perigosos que apavoram a bandidagem. Hoje a campanha é feita entre a cadeia e o hospital, entre dois políticos que não podem falar: um porque é proibido pela Justiça e o outro porque, quando não está sob efeito de anestésicos, só fala bobagem.

Aliás, por conta do descontrole verbal de Bolsonazi, o Alto Comando de sua campanha já destacou dois “elementos” para falar bobagem no lugar dele: o general Olímpio Tourão e o economista Paulo Fedes, que, apesar da profissão, não consegue economizar suas palavras e ameaçou recriar a famigerada CPMF (Contribuição Perdulária sobre Movimentação Farofeira).

E o que dizer sobre os outros candidatos, Tiro Gomes, Alckmin Dead, Magriça Selva e Henrique Merdelles? Seria triste se não fosse uma bosta… Logo eu, Agamenon Mendes Pedreira, jornalista escroque, combativo e mau-caráter, que lutou contra a ditadura e hoje, coitado, mal consegue comprar um Corega para fixar a dentadura.

 

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1 comentário

  1. Saulo Borges   •  

    … #F5 … #F5 … …

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