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BRASIL, A TERRA COMPROMETIDA

A presidanta Dilma Youssef não é a única chefe de Estado que fala bobagens, besteiras e outras ignorâncias. Nesta semana, o primeiro-ministro de Israel, Nathaniel Bestaniahu, disse que a ideia do Holocausto foi uma sugestão do mufti de Jerusalém. O líder religioso árabe da Cidade Sagrada, durante a Segunda Guerra, teve um encontro com o ditador sanguinário Adolf Hitler, o Hitler, e teria lhe dado esse toque para cometer o horrível genocídio. Segundo Bestaniahu, até então Hitler era apenas um ditador sanguinário que queria apenas conquistar a humanidade e escravizar as raças inferiores, uma coisa pura e inocente. Foi a “ideia genial” do muffin que deixou Hitler bolado e, a partir daí, ele passou a pegar no pé dos judeus, um povo que já estava acostumado a ser perseguido havia muito tempo.

Já a Dilma e seus asseclas querem acabar com o povo brasileiro promovendo um verdadeiro genocídio e, para implantar o terror nazi-petista bolivariano, o primeiro passo é ressuscitar a defunta CPMF (Como o Povo Merece se F*!***$%#*oder), o Imposto Zumbi. Esse tributo assustador e apavorante levantou da sepultura para atacar o cérebro e o bolso dos contribuintes. Com tantos sírios e libaneses chegando ao país, o Brasil corre o risco de virar um grande Oriente Médio. Pensando bem, ser Médio em qualquer coisa pro Brasil já tá de bom tamanho.

O Brasil tem muito em comum com o Oriente Médio. Lá falta água e aqui também. Lá tem homem-bomba e aqui tem pauta-bomba. Sendo que o estrago da pauta-bomba é bem maior. Jerusalém e Brasília são duas cidades místicas, muito semelhantes. Jerusalém é a Cidade Sagrada de três religiões, Brasília é a Meca dos corruptos que, de quatro em quatro anos, fazem suas peregrinações até os Cofres Públicos Sagrados. Depois de fazer suas abluções e ter as mãos molhadas por empreiteiros, esses religiosos fervorosos dão três voltas em torno do prédio do Banco Central e, em seguida, levam tudo que tem dentro do Tesouro.

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O Brasil e o Oriente Médio têm muitas empresas que exploram o petróleo em águas profundas, mas só a Petrobras é especialista em escândalos profundos.

 

Agamenon Mendes Pedreira é jornalista de Cristo.

 

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FESTA DE ARROMBO

O Brasil está no maior buraco, o Orçamento da União tem um rombo gigantesco e o governo só vive dando furo. E a culpa de tudo isso que aí está é da presidenta Dilmanta Rousseff, que continua fazendo ouvidos de Mercadante aos apelos da Nação e não pede pra sair. Já vi muitas crises, participei de muitas negociatas e testemunhei diversos escândalos e posso afirmar que a situação está preta, quer dizer, está afrodescendente. A vaca foi pro brejo e, o que é pior: o brejo secou e está no seu volume morto.

Para dar o exemplo, Dilma Youssef finalmente resolveu fazer alguns cortes: cortou os carboidratos e o glúten. O ministro Barbosa, ex-TV Pirata, está estudando acabar com alguns ministérios, entre eles o Ministério da Ociosidade Social e a Secretaria Especial de Porra Nenhuma. Também querem acabar com o Ministério da Pesca, que abriga as garotas de programa assistencialista ligadas ao PT. O problema de desempregar as piranhas do Planalto é que os petistas têm uma relação muito forte com as suas mães e não querem abandonar quem os pariu.

Como sempre acontece nas horas de aperto, já está decidido quem vai pagar o pato: você! Com a volta da CPMF, Contribuição do Pato Monetário Fiscal, o governo acha que vai tapar o rombo com a peneira. Mas a maioria dos analistas políticos acha que, atualmente, não se deve falar em rombo em casa de arrombado. Na verdade, não é só rombo. É roubo também. E a batata do ministro Joaquim Levey só não está assando porque o governo, no desespero, teve que cortar o subsídio à batata.

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Os ministros Nelson Babosa e Joaquim Levey ainda não resolveram qual vai ser o tamanho da naba que os brasileiros vão ter que levar.


Agamenon Mendes Pedreira
arromba mas faz.

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