Olimpíadas que eu Rio – 5

8 DE AGOSTO

Micale leão dourado.
Zero a zero com o Iraque. 180 minutos sem fazer gols.
Desde o século XIX o Iraque não ficava tanto tempo sem sofrer um ataque perigoso.
Não existem mais bobos no futebol? Existem! Os bobos somos nós, torcedores, que ainda acreditamos na selecinha!
É melhor mudar de assunto.

Ontem fui gravar para o ExtraOrdinários lá no Parque Olímpico. Fiquei animadão porque o Djokovic estava jogando naquela hora. Gravei rapidinho e corri para ver o Djoko jogar. Acabei vendo o Del Potro jogar. O Argentino jogou demais e deu um baile no Djoko. Arena lotada, os brasileiros torcendo para o sérvio, mas quem se deu bem foram os argentinos, que se esbaldaram com a vitória do del Potro. O sérvio saiu de quadra chorando, emocionando a todos. A gente aqui no Brasil adora um atleta chorando. Já os sérvios devem estar muito putos, essa devia ser a medalha de ouro que eles mais contavam. E um dia depois da gata Ivanovic perder!

Na natação os americanos ganharam o revezamento 4×100, e comemoraram muito. Não esperavam. O Michael Phelps ganhou a sua 23ª medalha de ouro. Ganhar 23 medalhas de ouro é mole, eu quero ver ele pendurar no pescoço as 23 medalhas de ouro e tentar nadar os 100 metros rasos! E bater recorde mundial! Quero ver! Tu não é bom, Michael Phelps? Então faz isso que eu quero ver!

Ontem o Brasil não ganhou medalha. Perdemos no judô e na natação, mas não tínhamos muita chance. Acho que as nossas medalhas virão nos esportes coletivos. Quer dizer, menos no futebol masculino. Se bem que o nosso futebol masculino nem deve mais ser considerado esporte coletivo.


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