Olimpíadas que eu Rio – 6

8 DE AGOSTO

A primeira medalha de ouro do Brasil não podia ser mais sensacional. Todo mundo chorou, inclusive eu, com a história de superação da menina que veio da Cidade de Deus. E esse bairro do Rio, a Cidade de Deus, é até agora um dos grandes protagonistas da participação brasileira nas Olimpíadas. Os dois grandes momentos do Brasil, a sensacional abertura das Olimpíadas e a medalha de ouro da judoca estão de alguma maneira ligados a CDD. Na abertura através de seu diretor, Fernando Meirelles, que também foi diretor do filmaço Cidade de Deus e agora com a Rafaela Silva. Viva Rafaela Silva! Viva a Cidade de Deus!

Difícil eu ver um jogo de vôlei de praia masculino, prefiro o das meninas e o motivo é óbvio. É um esporte sensacional esse em que o uniforme das mulheres é um biquíni! É lindo ver elas se jogando de biquíni na areia! Maravilhoso! Mas ontem acompanhei a dupla masculina brasileira, que perdeu para a Áustria (Tudo bem, perdeu na hora que podia perder, ainda dá pra recuperar). E vendo os rapazes do vôlei me toquei de uma coisa: eles jogam de bermuda e camiseta. Sinceramente acho uma injustiça com as mulheres que assistem ao jogo. Por que os homens não jogam de sunguinha e sem camisa?

O mundo comentando a torcida brasileira. Uns falando bem, elogiando o calor da torcida e outros reclamando do barulho. Alô, imprensa mala do primeira mundo que fica reclamando: Aqui é assim! Aqui a galera torce! Aguentem! Torcida é doping legal.
Eu torço pra torcida!
Ô Ô ô ô ô Tor-ci-da! Ô Ô ô ô ô Tor-ci-da!
Um-dois-três, quatro-cinco-mil, eu quero que os reclamões vão pra… É isso aí!


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