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O CASO DO ASSESSOR E DUAS OUTRAS QUESTÕES

dinheiro-no-bolso

O caso do assessor do presidente da Câmara que teve uma mala com cem mil reais em espécie roubada já foi esquecido. É que hoje em dia ninguém mais se espanta quando uma pessoa ligada a um deputado passeia com uma quantidade boçal de dinheiro vivo numa mala ou na cueca ou em qualquer outro lugar mais escondido. Agora me diga: Vai dizer que você não anda toda hora com cem mil reais em dinheiro vivo numa mala? Claro que sim! Afinal é preciso ser precavido. É preciso ter dinheiro vivo para as despesas bobas do dia a dia. Vai que você está andando na rua e dá vontade de chupar uns 20 mil picolés ou beber uns 30 mil guaranás? É preciso sempre ter grana em espécie pra essas besteirinhas, não é mesmo?
Então, eu fiquei aqui um tempão pensando: Em que situação uma pessoa carrega tanto dinheiro vivo sem que a expressão “por fora” esteja envolvida na explicação? É pra dar entrada em um apartamento “por fora”. É que eu recebi uma grana de alguém “por fora”. É pra comprar umas paradas “por fora”. A única explicação sem “por fora” que eu encontrei foi: “É que eu tô a fim de ser assaltado”. Talvez fosse essa a explicação do tal do assessor do deputado, mas acho que não, porque se fosse, ele não daria queixa na polícia.
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ESPIONAGEM
Alô galera da CIA. Se vocês estão mesmo me espionando e monitorando meus email e de todos os brasileiros, será que dá pra vocês me fazerem um favor? É que eu tô procurando um email que escrevi há uns 2 anos mais ou menos e não tô achando… Será que vocês podem me mandar uma cópia?
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EDUCAÇÃO
Prometer… adiar… descumprir…atrasar… por mais verbos para a educação!

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ao todo.
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