ANÃO UNIDO, JAMAIS SERÁ CRESCIDO!

Há quase 40 anos atrás, quando namorei minha “primeira judia”, o pai dela muito contrariado com o envolvimento “multicultural” (e racial) da filhinha, mandou-a me perguntar se, no caso hipotético de uma guerra Brasil e Israel, de que lado eu ficaria. Na época, respondi imediatamente que o “meu lado” seria o “de fora”, já que a única razão que eu conseguia imaginar para tal conflito seria pelo controle da H.Stern, o que não era muito prioritário na minha geo-política própria. De lá pra cá, sempre que pude, me abstive de opinar sobre as infindáveis quizumbas naquelas distantes latitudes e estranhei um tanto o fato dos conflitos diários mais próximos (por exemplo, em Manguinhos, onde temos nossa própria “Faixa de Gaza”), não causarem a mesma paixão. Mas agora, diante de tantas “escolhas” da diplomacia brazuca (entregar boxeadores cubanos, sacanear senador boliviano, apoiar facínora iraniano, babar ovo de ex-tirano líbio, adorar os zelayas, os bolivarianos e batistinis da vida, etc), acho que a declaração do tal diplomata/ministro israelense foi, realmente, muito ofensiva aos anões.

3 Comentários

  1. Claudio,

    A primeira frase me pegou de surpresa, e quase caí da cadeira rindo! Nos casos mais graves, os pais costumam sair com revólver em punho, mas só atiram pra cima.

    =D
    Marcos

  2. Falar da H. Stern foi uma boa sacada. Avisa pro Hubert que o blogue dele tá com problema, não é possível comentar lá.

  3. Elcio   •  

    Olá, Claudio. Estou terminando de ler o livro do Guilherme Fiuza. Curti bastante. Tem muita coisa interessante sobre a história dos Cassetas e sobre o Bussunda. Bacana mesmo.

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