Xô! Se manda! Passa fora!

Manter a habilitação de Dilma para exercer cargos/empregos públicos, mesmo depois de cassada, sob o argumento que seria punição demais “impedi-la de trabalhar” (falaram até de “morte profissional”), além de ser uma decisão absurda por ser discricionária (Collor ficou inelegível e inabilitado por 8 anos) e suspeita, por manter aberta a possibilidade de refúgio em foros privilegiados, também confirma a total incapacidade da ex-gerentona de conseguir ganhar a vida ou descolar qualquer coisa na “vida real”, fora da tal “esfera pública”.

A bizarrice também serve como mais um exemplo das enormes diferenças entre os “dois mundos”: o privado e o público. Aqui, quem for incapaz ou medíocre o suficiente pra não encontrar nada fora do Estado, tem garantida a vaga estatal para continuar vivendo às custas do suor alheio.

Pra finalizar, as declarações de aliados de que seria cruel “ela” ficar impossibilitada “até de dar aulas numa universidade pública”, diz mais sobre o baixo nível das mesmas do que qualquer crítica mais contundente.

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