O JANGO DE XOXOTA

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Na Brazucolândia é sempre a mesma história: a farsa se repete como… farsa.

Qual um Jango com (suposta) xoxota, o poste reeleito vai tentar, de novo, tirar de vítima, se fingir de acuada contra as “forças do atraso” e , no desespero, fazer de tudo para escapar do destino manifesto da própria mediocridade amoral e incompetente. A ideia é se metamorfosear do papel de maior expoente do arcaísmo getuLulista, para ser protagonista do velho jogo do “Nós X Eles”. Deixando claro que do “lado de lá” está a escrotidão mais corrupta, perniciosa e persistente.
E do outro também.

P.S: na “primeira” vez (lá pros idos de 63), a “tática” deu em merda, sem aspas. Desta vez… provavelmente, idem!

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PORQUE NÃO VI (NEM VOU VER) NENHUM JOGO DAQUELE TIME DA CBF (O QUE JOGA DE AMARELO), DESDE QUE A “NOVA” ERA DUNGA (RE)COMEÇOU.

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A CBF, a Fifa e a Cosa Nostra são tradicionais e centenárias organizações criminosas. Nenhuma bandidagem vinda dessa cafonalha mafiosa me surpreende. Pra mim, a seleção morreu (o futebol no Brasil, já tinha falecido há mais tempo) em BH, no jogo contra a Alemanha. Sou um sequelado, um ferido de morte do 7 a 1. Quem paga o maior mico da história mundial do esporte, sendo absurdamente massacrado jogando em casa (isso sem falar, na “Copa das Copas” com os estádios mais caros de todos os tempos, do viaduto que caiu, do escandaloso convênio CBF-BNDES-LULA-CORINTHIANS para construir o Itaquerão e das diversas mortes de operários na pressa superfaturada das obras) joga lama em todas as conquistas passadas (só 2 exemplos: perdemos o “maior artilheiro” de todas as Copas e passamos a ter o goleiro mais vazado da história da competição) e “reage” chamando a dupla Dunga e Gilmar Rinaldi pra comandar os “novos tempos”, não quer (nem vai) contar com minha audiência, muito menos torcida.

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ANÃO UNIDO, JAMAIS SERÁ CRESCIDO!

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Há quase 40 anos atrás, quando namorei minha “primeira judia”, o pai dela muito contrariado com o envolvimento “multicultural” (e racial) da filhinha, mandou-a me perguntar se, no caso hipotético de uma guerra Brasil e Israel, de que lado eu ficaria. Na época, respondi imediatamente que o “meu lado” seria o “de fora”, já que a única razão que eu conseguia imaginar para tal conflito seria pelo controle da H.Stern, o que não era muito prioritário na minha geo-política própria. De lá pra cá, sempre que pude, me abstive de opinar sobre as infindáveis quizumbas naquelas distantes latitudes e estranhei um tanto o fato dos conflitos diários mais próximos (por exemplo, em Manguinhos, onde temos nossa própria “Faixa de Gaza”), não causarem a mesma paixão. Mas agora, diante de tantas “escolhas” da diplomacia brazuca (entregar boxeadores cubanos, sacanear senador boliviano, apoiar facínora iraniano, babar ovo de ex-tirano líbio, adorar os zelayas, os bolivarianos e batistinis da vida, etc), acho que a declaração do tal diplomata/ministro israelense foi, realmente, muito ofensiva aos anões.
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Chega de patriotada

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Há muitos anos, era comum quando alguém viajava, ou passava um tempo fora do Brasil, ouvir a pergunta: e o choque cultural? Lembro de um caso, contado pelo Fernando Gabeira em um dos seus primeiros livros, sobre um exilado boliviano, nos anos 70, que, ao chegar ao seu destino primeiro-mundista, desmaiou ao ver uma escada rolante. Agora que tanto tempo passou, que já não somos tão isolados ou distantes das novidades do mundo, a pergunta ficou antiga, mas não o impacto. Na verdade, depois de décadas, a melhor palavra para definir o que sentimos longe do patropi não é bem “choque” – é vergonha mesmo.

Saí do Brasil para viver a experiência de ficar ausente, pela primeira vez na vida, uma temporada mais longa (uns seis meses). Há poucas semanas, cheguei a Londres, que já conhecia em rápidas visitas. Parece muito mais tempo. Talvez a distância pareça maior pelas diferenças gritantes, desde a educação dos motoristas, que freiam em 100% dos casos, assim que qualquer pedestre põe o pé na rua para atravessar, até a impressionante eficiência do transporte público, que junta gente de todas as classes e etnias e envia SMS com o momento exato em que cada ônibus, trem ou metrô vai passar no ponto ou na estação. Há também relatos de amigos que contam dos pimpolhos que estudam em escolas públicas com filhos de ministros e motoristas ou o novo sistema de carros compartilhados (como o das bicicletas que existem em várias cidades, inclusive no Rio). Sem contar a ausência da percepção da violência, um tema tão distante da vida cotidiana das pessoas que a gente até estranha.

A melhor palavra para definir o que sentimos quando estamos longe do Brasil é vergonha.

É claro que primeiro vem a tentação irresistível de se autodesculpar, afinal eles são ricos, desenvolvidos, avançados, têm história e muito mais. Não queremos cair no deslumbramento de achar que tudo é bom por aqui e nada presta em nossas latitudes. Mas, sinceramente, a gente tem muito o que aprender.
Se a questão fosse só dinheiro, por que até o aeroporto de Lima, no Peru, é melhor que qualquer um dos nossos?

Em um ranking de qualidade da infraestrutura divulgado recentemente no jornal Financial Times, o Brasil aparece em 104º lugar entre 142 países. A China, por exemplo, está em 26º e a África do Sul, em 50º. E quando o assunto é educação, nossa situação é ainda pior. Em outro ranking global, composto por 40 países e produzido pela consultoria britânica Economist Intelligence Unit (EIU), que avalia o desempenho dos alunos e a qualidade dos professores, ficamos em 39º lugar, à frente apenas da Indonésia. Fica difícil gritar Brasil-il-il-il (ainda mais com eco). A verdade é simples, não dá para acreditar em novas classes médias com velhas valas negras. E democracia (e desenvolvimento), galera, só se faz com serviços públicos de qualidade. O resto é patriotada.

Publicado na Revista ALFA – maio/2013
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ALBUMBUNZÃO DE VIAGEM 2

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Balança, mas não cai!

Estou aqui, nesse exílio voluntário, basicamente, na intenção de me dedicar, intensamente, ao ócio e ao lazer. Mas sabe como é…
a idéia é, sempre que der, ao menos tentar, balançar o coreto.

Só no sapatinho.

Não tem jeito, por mais que você ande, por mais que você viaje, pode ser onde for… aonde quer que você vá, sempre pinta um Pagode.

Pronta entrega!

Primeiro Mundo é outra coisa mesmo. Aqui o humorismo atingiu um nível de profissionalismo totalmente impensável para nós, pobres brazucas. Vejam esta empresa de PIADA DELIVERY, que entrega anedotas fresquinhas aos consumidores locais. Quando, em nosso país, poderemos contar com um serviço dessa qualidade?

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