Quando o empate é vitória

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Foram dois empates com sabor de vitória. No Recife, o 1×1 com o Sport nos rendeu passagem para as quartas de final da Copa do Brasil. Domingo, num jogo horroroso de se ver, saímos no lucro com o zero a zero contra o Framengo pelo Brasileirão. Fomos bombardeados no segundo tempo. Se o Muralha tivesse um celular à mão, poderia ter ficado direto no Candy Crush (ou no xVideos), pois quase não o incomodamos. Na única chance clara de gol, Roger chutou bisonhamente para fora, em nada lembrando aquele seu golaço contra o Leão pernambucano.

Infelizmente quem ganhou um reforço considerável foi o time do departamento médico. Camilo, Guilherme e Lindoso se apresentaram na quarta-feira, enquanto Aírton e Vítor Luís foram convocados em Volta Redonda. Já temos quase uma equipe completa nas macas do nosso ambulatório. Incomodado com a pressão dos torcedores, Montillo se revoltou e ameaçou devolver os salários do período fora de campo. Vamos com calma, minha gente! Ninguém fica feliz ao se contundir. Montillo é profissional e quer jogar. Temos que ter paciência e torcer pela rápida recuperação dessas peças fundamentais.

Tenho falado do nosso curto cobertor que, com essas ausências, se torna um lençol fino e mal remendado. Jair vai ter que fazer milagres para escalar um time competitivo contra o Santos.

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Vamos às amenidades. Estava preparado para falar do uniforme da Juventus que inspirou o nosso. Diante da piaba frente ao Real Madrid, mudo o rumo da prosa. Semana passada recebi um belo presente: a camisa oficial do Conservatória F.C. Soube que suas cores no passado eram o vermelho e o branco. Graças à iniciativa de seu falecido presidente, o botafoguense Nilton Barra, ela hoje tem listras alvinegras, como manda o bom gosto. Na próxima pelada certamente entrarei em campo com ela.