Um bom Problema

torcida

Os jogadores do Bota tem uma semana pra passear no shopping e se preparar. Depois, é só pedreira. Domingo que vem, Dia das Mães, o time estará em Porto Alegre, estreando no Brasileirão. E na quinta seguinte, 18, tem jogão da Libertadores. Vamos receber o Atlético Nacional. A gente não pode ser tão mal educado como no jogo contra o Barcelona de Guayaquil. Nosso time não soube fazer o papel de anfitrião e deixou os convidados sozinhos no Niltão. Resultado: os caras deitaram, rolaram e, de brinde, levaram a classificação antecipada para a próxima fase.

Agora temos que ficar ligados. Queremos ver o Bota atropelar o time de coração do Pablo Escobar. A partir daí, torcemos para ter um bom problema: acompanhar três competições importantes ao mesmo tempo – Libertadores, Brasileirão e Copa do Brasil. Pra isso, precisamos urgentemente de reforços. A temporada é intensa e longa. E nosso cobertor é curto, muito curto!

Correções na ABL: Na minha coluna de estreia, citei o Carlos Heitor Cony, quando na verdade, o escritor é tricolor. Fui traído por uma googlada ruim. Além disso, foram sentidas muitas ausências na Academia Botafoguense de Letras. Armando Nogueira, Clarice Lispector e Augusto Frederico Schmidt foram os mais citados. Aqui estão eles. Os demais que me perdoem.

O Globo – 9/5/17