Paulo Roberto Costa e Youssef vão ver o sol nascer quadrado

Augusto Nunes comenta o balanço da Petrobras que mostra o maior prejuízo da história da companhia. Marcelo Madureira diz que a chapa começa a esquentar com a condenação de Paulo Roberto Costa e Alberto Youssef. Rodrigo Constantino fala sobre o rombo na balança de pagamento: “Brasil precisa ser mais produtivo e competitivo”. E o secretário-geral da CBF Walter Feldman fala sobre a exportação dos jogadores e o trauma do 7 a 1.

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Cantinho do Pensamento #12 (1 ano de Cantinho)

Os livros indicados este mês são:

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O TEMPO  E O VENTO

CONTINENTE VOL 01 – A trilogia O tempo e o vento, que inaugura o relançamento da obra completa de Erico Verissimo pela Companhia das Letras, é a mais famosa saga da literatura brasileira. São 150 anos da história do Rio Grande do Sul e do Brasil que o escritor compôs em três partes – O Continente, O retrato e O arquipélago -, publicadas entre 1949 e 1962. O primeiro volume de O Continente abre a trilogia. Erico mergulha no passado do Rio Grande do Sul e do Brasil em busca das raízes do presente. O país vive um momento de redescoberta de si e de redefinição de caminhos, com o fim do Estado Novo e da Segunda Guerra Mundial, e o começo da Guerra Fria. Essa é a moldura para sua visão vertiginosa da violência e das paixões na definição da fronteira e nas guerras civis de seu estado natal.

Autor: Érico Verissimo

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OS MAIAS

Obra máxima de Eça de Queiros, marco da literatura portuguesa, Os Maias envolve irresistivelmente o leitor na atmosfera da Lisboa de fins do século XIX. Tendo por protagonistas Afonso, Pedro e Carlos Eduardo da Maia e apresentando outros personagens memoráveis como João da Ega, Dâmaso Salcede, Maria Eduarda e o casal Gouvarinho, a obra dá vida a um refinado jogo social ao narrar a trajetória de uma família, a história de um amor impossível e os rumos de um país.

Autor: Eça de Queiros

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GUERRA E PAZ

Depois da elogiada edição especial da obra-prima de Tolstói, com tradução inédita do russo, lançamos agora uma edição igualmente caprichada e preço mais acessível. Guerra e paz descreve a campanha de Napoleão Bonaparte na Rússia ao mesmo tempo em que acompanha os amores e aventuras de Natacha, Andrei, Pierre, Nikolai, Sônia e centenas de coadjuvantes, não menos marcantes. Com este trabalho, que lhe tomou três anos de dedicação, o também escritor Rubens Figueiredo ganhou o prêmio da APCA de melhor tradução do ano.

Autor: Liev Tolstoi

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‘A propina é a dieta do PT’, diz Madureira

O Belo Marcelo Madureira e a Fera Joice Hasselmann comentam a prisão de João Vaccari Neto. Será que a PF de Curitiba está virando uma espécie de Papuda do Sul? Finalmente, o PT encontrou um novo tesoureiro. O escolhido foi o ex-deputado Márcio Macêdo. Na eleição do panaca da semana, o grande vencedor foi João Vaccari Neto. Na semana que vem estão no páreo José Dirceu, Márcio Macêdo e Rubinho Barrichello. Vote! Clique na imagem para assistir.

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VEJA Recomenda: A loucura russa (de novo) e a política de Taiguara

Com a presença do colunista Marcelo Madureira, esta edição do programa discute livros dos russos Isaac Babel, Vladimir Nabokov e Daniil Kharms, os romances “Stoner” do americano John Williams, e “A Segunda Pátria”, de Miguel Sanchez Neto, e a biografia do compositor Taiguara. E mandamos para o sebo os poemas do mensaleiro João Paulo Cunha, sem apelação. Clique na imagem para assistir.
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PCC vai indicar o próximo tesoureiro do PT

Após a prisão de João Vaccari Neto, o segundo na linha sucessória dos tesoureiros petistas encarcerados, a grande pergunta é: quem vai assumir a vaga? Para o colunista de VEJA Marcelo Madureira, dois nomes podem entrar na disputa ao tão poderoso cargo. Tratam-se de Marcola e Fernandinho Beira-Mar, personagens indicados para ocupar a posição do rato de dez vidas: João Vaccari Neto. Clique na imagem para assistir

Veja Marcelo

Ratos protestam por terem sido confundidos com petistas na CPI

Na CPI da Lava Jato, os ratinhos que foram soltos na Câmara ficaram ofendidos por serem confundidos com Vaccari e seus companheiros. Marcelo Madureira e Joice Hasselmann contam em ‘O Belo e a Fera’ sobre os escândalos que envolvem o “PAC: Programa de Aceleração da Crise”. Madureira também lembra que a Operação Lava Jato mais parece uma luta de boxe, que acaba de entrar no 11º round e está dando nocauteando políticos e empresários. Assista.

Destaque MM

 

BARBARA HELIODORA, UM NECROLÓGIO

Laerte

Acaba de falecer a grande ensaísta e a maior autoridade em Shakespeare de todos os tempos: Barbara Heliodora. Mas Barbara, além de brilhante intelectual, ficou conhecida como implacável crítica de teatro. Com conhecimento de causa, diga-se de passagem. Seus artigos demolidores eram capazes de reduzir a pó qualquer produção que não estivesse dentro dos padrões rigorosos da jornalista.

Barbara foi uma personagem polêmica no mundo da dramaturgia. Reverenciada e odiada, mas sobretudo temida, a publicação de suas análises era esperada com mais frio na barriga por atores e diretores do que a estreia propriamente dita. Em derradeiro artigo, Barbara fez questão de escrever ela mesma uma crítica do seu passamento e velório. Artigo este que tive a honra de psicografar mediunicamente e que agora publico com exclusividade:

“A MORTE E A MORTE DE BARBARA HELIODORA

O tema da Morte, desde os tempos do teatro grego clássico, vem sendo explorado em suas diferentes formas e abrangências. Ésquilo, Sófocles, Shakespeare, Molière, Ibsen e até Gugu Olimecha utilizaram-se dessa temática, mas, até hoje, não se extinguiram todas as possibilidades cênicas que a Morte representa.

A súbita montagem de “A Morte e a Morte de Barbara Heliodora”, com a direção de Gerald Thomas (ele, sempre ele), acaba naufragando nos lugares-comuns e soluções dramáticas simplistas que o tema morte suscita, resultando em pura e reles apelação demagógica dramatúrgica. Na frágil carpintaria teatral concebida por Gerald Thomas (ele, sempre ele) falta páthos, dramaticidade e conflito. A personagem, única e principal, vai em busca de sua húbris, que, por falhas gritantes de texto e direção, acaba encontrando a sua nêmesis. Mais uma vez o raso, vago e melancólico “teatro do absurdo”… É necessário que a direção lance mão de um redundante e canhestro “Deus ex machina”, no caso o coveiro, para se dar um fim à trama mais do que banal. Ao final da peça, o público não sabe se assistiu a uma tragédia ou uma comédia.

O elenco faz o que pode para salvar (se é que existe algo a ser salvo) o espetáculo. A protagonista, que sempre abominou o gênero teatral do monólogo, entrou muda e saiu calada. Com uma ressalva: o único momento cênico salvável da peça em que, empunhando uma caveira, faz uma referência (e reverência) a Shakespeare no clássico solilóquio de Hamlet “Ser ou não ser”. No caso, “não ser”.

O cenário do carnavalesco Paulo Barros é um ponto salvável do espetáculo. Barros, que sempre lança mão de efeitos especiais, surpreende a plateia quando a morta, no caso eu, se levanta do caixão. É a carnavalização da tragédia. A iluminação de Maneco Quinderé é adequada, porém pouco criativa, chegando a esbarrar no óbvio no uso exagerado de tocheiros, velas e eças. O figurino, preparado adrede por Kalma Murtinho, é sóbrio e adequado ao perfil da protagonista. O visagismo e a maquiagem de Vavá Torres, discretos como pede o tema do espetáculo, deixaram a protagonista com aspecto bem-conservado. Outro ponto digno de nota é o coro das carpideiras, outra referência ao teatro clássico grego, formado por Fernanda Montenegro, Marília Pêra e Nathalia Timberg.

Ao final do espetáculo o público foi efusivo e generoso nos aplausos. Mas não voltei para o bis.

A Morte e a Morte de Barbara Heliodora tem o apoio da Petrobras, BNDES e da Caixa Econômica Federal através da Lei Rouanet de incentivo a cultura.

Apoio cultural de: A Camélia Flores (Obrigada, Álvaro!), do restaurante A Fiorentina e da Termas Centaurus (neste caso não entendi até agora qual foi o tipo de permuta.) Em curtíssima temporada (somente hoje) no Teatro do Caju.

Entrada Franca.”