PLANTÃO DO MADUREIRA #11 | Suruba com anão e Gato Drone

Olá, amiguinhos. Olá, amiguinhas.

Está no ar mais um Plantão do Madureira, com Marcelo Madureira, o apresentador mais bonito, simpático e honesto do YouTube. E olha só o que eu trago no plantão de hoje.

Uma mulher ficou grávida de um stripper anão durante sua festa de despedida de solteira. Ela só confessou a traição porque o bebê nasceu com nanismo. Vê se pode uma coisa dessas? E tem esta ainda: um holandês criou um drone utilizando o corpo empalhado de um gato. Isso mesmo, um “gatrone”.

Tem louco pra tudo, inclusive pra acompanhar o meu canal.

Toda terça, às 11 da manhã, um vídeo novo.

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Primeira Dama não tem o Rabo Preso

Recentemente a primeira-dama do ministro do Turismo publicou fotos em suas redes sociais nas quais mostrava seu desejo de ajudar o Brasil a sair do buraco. Por outro lado, muita gente comentou que agora sim o buraco ficou interessante.

Este é o Plantão do Madureira Urgente! A qualquer momento, um vídeo novo no canal.

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PLANTÃO DO MADUREIRA #10 | Pênis Tatuado, Maconha e Bolsa Bandido

Hoje eu trago pra vocês a história do Carl, um britânico que tatuou o pênis do seu melhor amigo, isso mesmo, na própria virilha. Isso lá é lugar pra se tatuar um pênis? Esse mundo está perdido. Tem também o caso da polícia de uma pequena cidade na Indonésia, que resolveu queimar três toneladas de maconha.  Eles só não se deram conta que o vento espalharia a fumaça por toda a cidade. Resultado: a população inteira ficou emaconhada. E nos EUA tem até cidade pagando para bandidos que querem deixar o crime.

 

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DESABANDO E ANDANDO

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Eu tenho vergonha de ser brasileiro. E tenho muita vergonha de ter escrito essa frase. E a minha vergonha só aumenta na certeza de que a afirmação acima tem fundamento.

Às vésperas dos Jogos Olímpicos, despenca a ciclovia da Niemeyer. Erro de projeto? Erro de execução? Pouco importa, o fato é que caiu. Com certeza, a abrupta interrupção da via ficará ali, abandonada, aguardando um julgamento distante, graças à morosidade e à ineficiência da nossa Justiça. Vai acabar virando mais um monumento à nossa incompetência, como aquele viaduto que desabou em Belo Horizonte pouco antes da Copa do Mundo ou as enormes estruturas de concreto que cruzam a cidade de São Paulo. Os imensos pilares serviriam para apoiar os trilhos do monotrilho ligando os aeroportos de Congonhas a Cumbica para o Mundial de 2014. Jamais veremos a trapizonga funcionando. Alguém duvida?

Daqui a milênios seremos lembrados como uns egípcios ao contrário. Eles, os antigos egípcios, construíram as pirâmides que serviram de tumbas para os seus faraós. Nós, os brasileiros, seremos lembrados por obras faraônicas que serviram para sepultar o futuro.

Salvo engano, estas Olimpíadas no Rio, em 2016, serão um grande fiasco. Serão a nossa consagração perante o mundo como “o povo do papo-furado”. Os campeões mundiais da bazófia, os ases da megalomania, os titãs da arrogância e da irresponsabilidade.

Não tem a menor chance de dar certo: a economia devastada, uma crise política monumental, uma sociedade em conflito, cercada por escândalos e roubalheiras. Uma nação falida num labirinto à procura de valores, de ética e compostura.

Hospedar Jogos Olímpicos, Copas do Mundo e outros eventos internacionais é coisa para país rico, sociedades organizadas. Não é para o “bico” do Brasil, um país que não tem saneamento básico, saúde, segurança nem educação digna do nome. Antes de enfrentar o desafio olímpico, tínhamos que vencer outras contendas muito mais difíceis, importantes e decisivas.

Contratamos uma festa a qual não podemos pagar. Somos igual àquele idiota que mora num barraco, mas tem uma Ferrari zero quilômetro parada na garagem. Não sobrou para a gasolina.

Mas vexame internacional já está virando produto típico brasileiro, assim como a feijoada e as mulatas de escola de samba. A nossa roupa suja doméstica virou assunto e motivo de piada na comunidade internacional. O célebre malandro brasileiro finalmente mostrou a sua cara. Malandro otário.

A esquerda religiosa vive a Síndrome do Corno Apaixonado: apesar das evidências, não consegue enxergar os delitos de suas lideranças.

Os conflitos se radicalizam, as opiniões estão polarizadas: Bolsonaro é o nosso Le Pen e o Lula o nosso Pol Pot. Essas duas paralelas não se encontram no infinito, mas logo ali no bar da esquina.

O primeiro passo para sair deste beco sem saída está em nós mesmos: reconhecer a nossa indigência, a nossa incompetência, o nosso desprezo pelo estudo, pelo conhecimento e esforço. A começar pelos mais esclarecidos, a nossa “upper class”, que é, na média, de quinta categoria.

Não é à toa que somos um povo tão religioso. Aliás, panreligioso. O brasileiro, vive à espera de um milagre, e por isso mesmo acredita em qualquer coisa menos no conhecimento, que é o oposto do milagre.

Conhecimento requer estudo, dedicação e esforço e isso dá muito trabalho.

Somos um povo autoindulgente e complacente com nós mesmos. Achamos que somos o máximo, o melhor país do mundo, o mais bonito, o povo mais cordial e simpático. Bobagem! Quem inventou uma besteira dessas? Não conheço nenhum outro povo do mundo que cultive uma idiotice semelhante. Nem os argentinos!

Sequer somos uma nação, no sentido estrito do termo. Não temos um projeto único, uma aspiração comum. Somos um bando de corporações, cada uma brigando por suas conveniências e interesses próprios. A única coisa que nos une enquanto nação, o futebol, está em plena decadência. Não é de se espantar.

O Brasil é obra ainda por ser construída, mas livre de empreiteiros e políticos corruptos e suas contas superfaturadas.

É, no mínimo, curioso observar, no desenrolar da operação Lava-Jato, como o Supremo Tribunal Federal é leniente com a classe política. Empresários e ex-funcionários de estatais estão presos em Curitiba. Enquanto isso, réus indiciados presidem o Senado e a Câmara dos Deputados. É fácil de entender: são compadres, parceiros e comparsas de empreitada.

Não vai ter golpe e as Olimpíadas serão um tremendo anticlímax. Fosse este um país sadio, já estaríamos respirando e transpirando a atmosfera festiva dos Jogos.

Mas qual! Com desemprego, zika e desabamentos, quem vai ter cabeça para Olimpíadas? Olímpica mesmo é a preocupação dos operários que ainda trabalham nas obras e sabem que em pouco tempo estarão engrossando o exército de desempregados.

Na porta dos estádios ficaremos vendendo churrasquinho e chupando o dedo.

Na verdade, e como sempre, não estamos nem aí.

E tenho dito.

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PLANTÃO DO MADUREIRA #09 | Cobra, cego e bandido atrapalhado

Hoje temos uma novidade no Plantão do Madureira! Você vai conferir a história da Irma Bule, uma cantora que foi picada por uma cobra, enquanto fazia uma apresentação. Tem também o caso do motorista preso em flagrante ao dirigir embriagado (detalhe: ele era cego) e um assalto que não deu muito certo. Para o bandido.

Gostaram desse novo formato?  Conte aqui nos comentários.

E terça que vem tem mais Plantão do Madureira, se inscreva no meu canal.

 

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O FIM DO COMEÇO

Canadian photographer Yousuf Karsh's famous image of a defiant Winston Churchill.

Se nós estamos aqui, hoje, eu escrevendo e você lendo, devemos isso a Winston Spencer Churchill. Foi Churchill quem resolveu enfrentar o nazismo, com ou sem a ajuda dos EUA (coisa que só veio depois), em 1940. O grande estadista convenceu o povo inglês a entrar na guerra. Isso porque as pesquisas indicavam que os ingleses, traumatizados com as perdas na Primeira Guerra, preferiam a paz em separado com Hitler a se meter em novo conflito. Mas Winston Churchill, certo de que o que estava em jogo era a existência da Democracia e a nossa Civilização Ocidental, conseguiu ganhar politicamente a população a enfrentar a ameaça nazifascista. Para isso, usou apenas a retórica, as palavras, arma poderosa que Winston usava com arte e precisão.

Depois de uma sequência de derrotas, os ingleses, ainda sozinhos, iniciaram uma arrancada irresistível de vitórias no norte da África, a mais famosa El Alamein. Ainda preocupado se os Estados Unidos iriam ou não apoiar os ingleses no conflito, Churchill pronunciou mais um de seus históricos discursos. Para conter o excesso de otimismo, cunhou um período que hoje se encaixa como uma luva na atual situação brasileira.

Na minha mesa de cabeceira tenho um livro com os discursos do velho Churchill. Gosto de ler alguns trechos nos momentos em que perco a esperança no Brasil.
Now this is not the end. It is not even the beginning of the end. But it is, perhaps, the end of the beginning – Winston Churchill.

Em tradução livre: “…isso não é o final. Não é sequer o começo do final. Mas, talvez, seja o final do começo”.

Pois é, estamos, provavelmente, às vésperas do impeachment da presidente Dilma. Batalha longa e dolorosa, uma etapa importante na empreitada de colocar o país novamente nos trilhos, o impeachment da presidente não significa, de maneira nenhuma, o final de nossos problemas.

Evidentemente, este movimento político traz uma mudança nas expectativas, uma inversão de tendências, para um ambiente mais otimista, que ajuda e muito na recuperação nacional.

No entanto, é necessário advertir a todos que temos ainda um longo calvário pela frente. Vamos viver momentos muito difíceis nos próximos dois anos, resultado da incompetência e desonestidade de 14 anos de lulopetismo. Não podemos esquecer que o espectro sinistro de Luiz Inácio Lula Silva ronda à solta pelo país, uma ameaça explícita à democracia.

O Brasil vai seguir na direção a que for a Operação Lava Jato, Zelotes e suas derivadas. Para bem caso prossigam aprofundando as investigações e dando sequência às suas consequências judiciais. Vai para mal no caso de um acordo criminoso entre as forças representantes do Brasil arcaico incriminadas em transações ilegais.

Não acredito muito na segunda hipótese pelo fato de que, desde os atentados de 11 de setembro de 2001, as transações financeiras internacionais são cada vez mais monitoradas, principalmente aquelas relacionadas com o “dinheiro sujo” de origem duvidosa. Além do mais, as sociedades mais avançadas são cada vez menos tolerantes com governos e empresas de comportamento ético claudicante. Entretanto, parece que muitos da plutocracia criminal brasileira e seus caríssimos criminalistas ainda não se deram conta desse fenômeno.

E digo mais: com as revelações dos Panama Papers, um correspondente global da Operação Lava Jato, novos e novos escândalos virão à tona.

Portanto, creio que muitos personagens ainda sairão do armário por força da continuidade das investigações. Renan Calheiros, Eduardo Cunha, Collor de Mello já estão na fila, não necessariamente nesta ordem. E olha que a fila já está dobrando a esquina.

Assim sendo, acredito eu, e respeitada a Constituição, caberá à ministra Cármen Lúcia, então presidente da Suprema Corte, a responsabilidade de conduzir o Brasil. Ela terá que convocar eleições em 90 dias. Mas quem é que ainda vai sobrar politicamente vivo no país?

Sou totalmente favorável à aplicação implacável da Lei a todos aqueles que estiverem envolvidos em negociatas e falcatruas. Seja quem for, sem exceções.

Resumo da ópera: um futuro incerto, embaçado e sombrio nos aguarda. E não existe Economia que avance num contexto político nebuloso desses.

A recuperação da Economia dar-se-á somente por um governo com forte apoio da sociedade brasileira. Para recolocar o Brasil no caminho certo, reorganizar as contas públicas e absorver os prejuízos, será necessário um enorme sacrifício de nosso povo e principalmente e, infelizmente, daqueles que menos têm, isso porque são aqueles que têm menos “gordura para queimar”.

Uma profunda reforma do Estado brasileiro irá contrariar muitas parcelas da população, principalmente daquelas dependentes do setor público. Direitos adquiridos, aposentadorias especiais, estabilidade no emprego e outros privilégios, tudo isso vai ter que acabar e muito mais! Reforma da Previdência, reforma fiscal, reforma política, tudo isso traz choro, sangue e ranger de dentes.

Não vai ser fácil, pessoal. Mas, para concluir com um pouco de otimismo, mais uma vez lanço mão do velho Churchill em discurso proferido no parlamento inglês no dia 18 de junho de 1940 no início da Segunda Guerra Mundial.

Naquela ocasião as forças do Reino Unido estavam tomando uma tremenda sova dos exércitos nazistas com a invasão da Bélgica, Holanda, Dinamarca, Noruega e França. A Inglaterra lutava sozinha e Winston Churchill, à frente de um gabinete suprapartidário de salvação nacional, fez um longo discurso em que explicava as circunstâncias das derrotas e antevia as possibilidades de vitória. E por fim conclamava todos à luta. Nessa circunstância dramática, Churchill escreveu este parágrafo abaixo, uma pequena joia da literatura inglesa:

Let us therefore brace ourselves to our duties, and so bear ourselves that, if the British Empire and its Commonwealth last for a thousand years, men will still say, “This was their finest hour”.

Trecho belíssimo, que ouso traduzir e adaptar para a nossa realidade:

Vamos, portanto, nos dedicar de corpo e alma às nossas obrigações de cidadãos. E se o destino da nação brasileira for durar mais mil anos, daqui a mil anos nossos descendentes ainda haverão de se lembrar de nossa geração: “naquele momento eles se superaram”.

E tenho dito.

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PLANTÃO DO MADUREIRA #07 | Nepotismo no estado Islâmico

Nepotismo e demagogia são problemas encarados em todo o mundo por diversas formas de governo e organizações, mas agora até o Estado Islâmico gerou queixas. Jihadistas que querem se explodir em missões suicidas em nome da Jihad estão acusando membros da liderança de facilitar a colocação do nome de parentes e amigos na lista de recrutas para atentados.

Sim, isso é o Plantão do Madureira! Toda terça, às 11 da manhã, um vídeo novo. Para receber mais, se inscreva no meu canal.

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