12 Comentários

  1. Marcelo Caffe   •  

    Não sou solidário a nenhuma bandeira homossexual ,porém não se pode negar direitos e tão pouco desejos de ninguém .
    O que não se pode é querer enfiar goela abaixo todo esse material homossexual pra quem não ta afim.
    Do mesmo modo que acho desrespeitoso um casal se agarrando no meio da rua eu também acho uma dupla se agarrando também.
    Ou seja, cada um na sua sem invadir o espaço de ninguém e todos gozando dos mesmos direitos estabelecidos por lei.
    Abcs.

    • Vicente   •  

      Acho que existe uma grande confusão com este assunto. Se fizer uma pesquisa pedindo se alguém é contra os “homossexuais” 100% da população vai dizer NÃO! O Bolsonaro não é contra os homossexuais, ele é contra o gayzismo que a sigla LGBT e o Sr. Jean Willis entre outros representam. Cada um faz dentro de sua casa e com o seu órgão o que quiser. Agora o que estes que apoiam o gayzismo querem, pregando o sexo homosexual (ou não) como sendo algo que deve-se mostrar em horário nobre na televisão para que todos possam ver inclusive nossa crianças, tem outro nome e é contra isso que a sociedade conservadora é contra. Existe uma grande diferença entre defender o direito dos homossexuais e promover a libertinagem. O Bolsonaro com certeza representa milhões e milhões de brasileiros que não querem que suas crianças recebam material LGBT aos 7 anos de idade influenciando de forma importante na concepção da sexualidade entre outros problemas causados por este tipo de exposição tão precoce. Sem contar com o fato de que os pais nem podem opinar. Praticamente uma ditadura gayzista. O estimulo ao homossexualismo tem modificado a sociedade e com ele tem se tornado comum atos que com certeza ninguém é favorável nem acha respeitoso ou digno. Quando ocorre que uma minoria quer impor uma condita ou uma condição pessoal, a maioria se opõem para fazer frente a essa minoria. É isso que esta acontecendo neste caso. O Bolsonaro representa a maioria que não quer essa ditadura gayzista. Ou o Madureira é favorável ao show de horrores que é a passeata gay promovida pelos apoiadores LGBT mostrando santos da igreja católica em “posições eróticas”, pessoas praticando sexo explícito e outras baixarias para não usar um linguajar mais específico, e tudo pago com o meu, o seu, o nosso dinheiro? Como se diz aos comunistas, querem o comunismo? Vão pra Cuba, para estes: querem a libertinagem? Vão pra São Francisco! E tenho dito.

      • daniel   •  

        Concordo Vicente.. é isso aí

  2. João Alves   •  

    Marcelo, eu fui um dos que votou no Bolsonaro. E votei porque achei que a política brasileira estava muito à esquerda, o que eu acho que não é bom. Sou da geração que aprendia em casa que comunista come criancinha. Não acredito mais nisso, mas por via das dúvidas, fico com um pé atrás.
    O problema com os homossexuais (pelo menos a maioria) é a total falta de respeito com os valores morais, éticos e religiosos do povo brasileiro. Por mais que achem ultrapassados estes valores eles existem e devem ser respeitados. Não é possível, que em plena Jornada Mundial da Juventude, com a presença do papa fique um monte de viado e sapatão em praça pública enfiando crucifixo no rabo.
    Quanto ao casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, isto é uma enorme bobagem. Casamento requer um casal, doi homens ou duas mulheres formam um par. Já existe a “união estável homoafetiva”, que dá ao par os mesmos direitos que ao casal. Basta chama-la de pareamento. Assim, quando alguém disser que fulano é pareado do cicrano todo mundo já vai saber do que se trata. Pronto, acabou esta discussão besta e que tanto dinheiro e dissabores tem custado à nação.
    Quanto à que um par possa adotar e criar uma criança, acho uma situação temerária, que não deveria ser adotada sem estudos sobre o assunto. É preciso ter certeza de que o fato de ser criado por um par não influa na sexualidade da criança. Um dia destes li uma matéria sobre um menino adolescente (se não me engano tem apenas 13 anos) que ameaçou se matar se não fizesse a cirurgia de troca de sexo. Ele foi adotado por um par de mulheres.
    Bom é isso Marcelo.
    Quando voces estavam gravando acho que foi o último episódio de casseta e planeta, cujo tema era o amor. você me entrevistou no Largo da Carioca, até me chamou de pirata por causa da bandana. Avisei a todos os meus amigos, inclusive os 700 do facebook que eu estaria fazendo uma participação no programa. Infelizmente, na hora da edição minhas imagens foram cortadas e eu passei maior vergonha. Vocês me devem essa…
    Abraços, falando sério, tenho muita admiração não só por suas idéias como por sua coragem.

    • daniel   •  

      Lúcido e cristalino comentário.. Parabéns João.. Concordo contigo.

  3. Dief   •  

    Marcelo, com relação ao Bolsonaro, quem já conversou com ele sabe que sua luta não é contra as relações homo-afetivas, e sim contra a tal cartilha gay nas escolas. Inclusive, há vídeos dele elogiando publicamente o falecido deputado e estilista Clodovil (um notório homossexual). Já Jean Wyllis faz uma campanha gaysista, com viés totalmente proselitista e até mesmo heterofóbico. Eu penso que a questão homossexual cabe a cada indivíduo, não é um assunto a ser usado como bandeira política.

  4. daniel   •  

    Caro Marcelo,

    Também sou contra toda e qualquer discriminação.. Porém não acho correto a corrente de pensamento que tenta influenciar para a criação de uma legislação especifica para homossexuais. Artigo 5 – todos somos iguais perante a lei.. Portanto, nem hetero nem homossexuais devem ter direitos especiais..
    Forte abraço,
    Daniel.
    … Força Aécio… Fora PT

  5. Lauro   •  

    Taí Madureira, gostei. Assuma o direitismo e leve no seu balaio as ridículas opiniões retrógradas de seus seguidores.

  6. sandra lima   •  

    adoro seus videos, sou aeciooooo.
    É um absurdo o que o PT está fazendo com o nosso país, e pior.. o povo votar nela!!!
    Mas ja´que vc é proximo dele, fala pra ele falar do porte de cuba, da onde saiu o dinheiro pra fazer esse porto, mostrar o que poderia ser feito com esse dinheiro.
    FAla pra ele falar e explicar sobre o decreto 8.243
    Sobre o foro SP.
    SE O BRASIL FOSSE UM PAÍS SERIO, DEPOIS DE TANTA CORRUPÇÃO,NUNCA QUE ESSE PARTIDO IRIA DISPUTAR A PRESIDENCIA.

  7. Victor   •  

    A sociedade não tem o direito de se intrometer?? Alto lá, não é bem assim… Sou plenamente favorável a que a união homoafetiva seja reconhecida judicialmente, especialmente para fins patrimoniais, mas há outras questões muito sensíveis à sociedade. Por exemplo: se o Ministério da Educação edita uma cartilha rotulando as práticas homossexuais como “normais”, nossas crianças vão crescer achando que essa é uma prática normal, e não é. Desculpem-me os que pensam em sentido contrário (com trocadilho, por favor), mas não é. Diante de uma situação dessas, como dizer que a sociedade não pode (ou não deve) se intrometer??!!! Além disso, acho que deveria ser terminantemente proibida qualquer possibilidade de adoção de crianças por “casais” homossexuais. Crianças e adolescentes são seres humanos com personalidade em formação, muito suscetíveis a todo tipo de influência. Resumindo: uma coisa é respeitar, outra, completamente diferente, é incentivar, estimular…

    • Giuliano   •  

      Simplesmente risível o comentário do Sr. Victor. Ou seja, na opinião dele, é muito melhor que as crianças que vivem em orfanatos (órfãs de pai e mãe, ou simplesmente abandonadas por quaisquer motivos) cresçam e apodreçam nesses locais do que elas poderem ser abrigadas em uma casa, em que seus pais (sejam 2 homens ou 2 mulheres) possam lhes proporcionar afeto, educação de qualidade, boa alimentação e acesso à saúde, lazer, cultura, entre outras coisas que jamais teriam, como, por exemplo, terem o seu próprio quarto, com sua própria cama, com seus brinquedos, sua escrivaninha, seus cadernos, sua própria janela para ver o mundo de uma forma mais feliz.
      Vale dizer que não foram os casais homossexuais que abandonaram crianças num orfanato. Afinal de contas, como diz o seu mestre, o grande Levy Fidelix, “órgão excretor não reproduz!”.
      Já visitei orfanatos e vi adolescentes de 13, 14, 15 anos morando ainda lá. Quando recebem visitas seus olhos imploram por afeto e atenção. Mas, com certeza, como pensa o Sr. Victor, é muito mais “humano” deixá-las lá. Nada de abrir precedentes pra esses gays!
      Aliás, acho muito curiosa essa postura de certa parte do setor mais conservador de nossa sociedade que diz assim: “não, não temos nada contra os gays. Só não concordamos com esse sindicalismo gay, esse negócio de gay ficar lutando por direitos”.
      Pois bem, eis que quando estava no auge do triste conflito entre o Estado de Israel e o grupo terrorista Hamas, um colunista da Folha, Sérgio Malbergier, judeu, postou um texto no qual dizia que a postura de certas pessoas que se diziam nada ter contra judeus, mas que “só” não gostava do Sionismo, que sempre buscou lutar pelo direito dos judeus de terem seu próprio Estado e que seus direitos fossem respeitados. Ele concluía (e eu concordo) que quem se manifesta dessa forma é igualmente antissemita. Ora, quer dizer que você diz não ser contra determinado grupo, mas quando esse mesmo grupo, discriminado abertamente, se manifesta no sentido de ter seus direitos respeitados ou de ter direitos iguais (como casamento homoafetivo e adoção de crianças) aí não pode, aí é gayzismo, aí é militância gay.
      Francamente, vamos ter mais apreço pela democracia!
      Marcelo, parabéns pela coragem e pela sensibilidade. Infelizmente tem sido muito comum que pessoas com visão mais liberal e libertária se alinhem totalmente com o que há de mais conservador pra que “não sejam confundidas como esquerdistas e petistas”.
      Finalmente, Sr Victor (e vale também para o bravíssimo filósofo João Alves, o pirtata! rs) tenha mais sensibilidade em relação às crianças órfãs, aquelas que foram geradas por pais heterossexuais (pois é, nós também não estamos livres de erros e defeitos), mas foram esquecidas e largadas em orfanatos, muitas vezes largadas dentro de latas de lixo como a gente costuma ver por aí. Elas não tem culpa da irresponsabilidade dos seus pais, não tem culpa dos meus defeitos, nem do seu ódio em relação aos homossexuais.
      Já que você parece estar preocupadíssimo com o futuro dos órfãos, lance uma campanha para os seus pares conservadores: adote uma criança órfã! Que tal? Peça para a Rachel Sheherazade lançar a campanha no comentário dela. Vamos ver se essa faz mais sucesso do que a “adote um bandido”. Essa vocês adoram!!!

      Um abraço, Marcelo!

  8. Vovozinha   •  

    Acho que João Alves explicou muito bem.Sem exibicionismos e falta de respeito.No mais, cada um se resolva.

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