Humorista critica PT e diz que Casseta tinha piadas cortadas

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Timeline desta segunda-feira (11) convidou um humorista que tem forte militância política para discutir o atual momento do Brasil. Marcelo Madureira, do Casseta & Planeta, afirmou que é filiado ao PSDB, mas que não deixa de lado a fiscalização ao próprio partido: “O PSDB do Rio de Janeiro é um horror. Num partido social democrata não se pode ter pessoas com práticas políticas duvidosas. O prefeito de Itaguaí (Região Metropolitana do Rio), por exemplo, foi pego com a boca na botija, afastado por corrupção.

Ouça na íntegra a entrevista de Marcelo Madureira ao programa Timeline.

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ERA SÓ O QUE FALTAVA!

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Nem começaram ainda os próximos quatro anos de mandato e a presidente Dilma estende as mãos suplicando a “unidade dos  brasileiros”. Unidade em torno de quê, cara-pálida? Sem essa! A senhora, o seu partido e seus comparsas passaram a campanha mentindo e difamando e agora pregam a reconciliação? Comigo não, violão! Somos oposição e cada vez seremos mais e mais fortes, unidos em torno de propostas, pontos de vistas e valores éticos que, com certeza, não têm nada a ver com o lulopetismo. Vão pedir ajuda ao Maduro, aos irmãos Castro, a Cristina Kirchner e sua turma.

De mãos estendidas, Dilma procura que procura um ministro da Fazenda. Vais ficar procurando. Só um maluco, um débil mental, um subserviente, um irresponsável ou um delinquente (quando não alguém que reúna todos esses predicados juntos) aceitaria ser ministro da Fazenda, ou qualquer outro cargo, num governo que ainda nem desatracou do porto e já é uma nau sem rumo, à deriva. A resolução política do PT (leiam aqui) já mostra os reais propósitos do partido, que acha que vai intimidar os brasileiros democratas e de bons propósitos. Eles, que dividiram o país nas eleições, que experimentem. Vão receber uma resposta massiva da sociedade brasileira, que não aceita o lulofacismo autoritário e intimidador.

E a Petrobras? A que ponto chegou a grande empresa brasileira, outrora respeitada internacionalmente! A empresa de auditoria externa se recusa a assinar o balanço, o diretor da Transpetro é afastado, para não dizer sumariamente demitido, por suborno. A SEC, que é a CVM (Comissão de Valores Imobiliários) americana, é rigorosa na proteção aos acionistas minoritários. A Petrobras, que tem ações negociadas na Bolsa de Nova Iorque, fica, portanto, sujeita às investigações da SEC e suas consequências, inclusive Dilma Rousseff, que presidiu o Conselho de Administração nos anos mais negros e mais sujos da companhia. Aliás, a mesma Dilma, que avisou que “não deixaria pedra sobre pedra” nos casos de corrupção na estatal, até agora não falou necas de pitibiribas sobre o assunto.

Portanto, este é o nosso ponto de partida. Vamos jogar o jogo rigorosamente dentro das regras da democracia estabelecidas na nossa Constituição e no Código Penal, código este, por sinal, em que os petistas e seus sequazes estão acostumados a percorrer de cabo a rabo.  Nada de retrocessos, saudosismos de golpes, casernas militares e outras ideias de jerico. Toda a minha solidariedade a Xico Graziano, que se posicionou de maneira firme contra estas propostas e foi alvo de extremistas inconsequentes que não acreditam na Democracia e na Liberdade.

E tenho dito.

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COM AÉCIO E SEMPRE COM AÉCIO

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Algum “publicitário genial” inventou  que o voto é a “arma do cidadão”, pois muito bem: no segundo turno, vamos “dar um tiro” de 45 na Dilma, no lulopetismo e seus capangas.

Nada pessoal, vejam bem. São apenas figuras de linguagem, alegorias vernáculas, “boutades”, “mots d’sprit”, como dizem os franceses. Não fica bem, nem faz parte de nossa prática política, o cultivo do ódio e do rancor. Deixamos isso para os nossos adversários. Mas, como humorista, eu não podia perder esta piada.

Quem viu o debate entre o economista Armínio Fraga e o ex-ministro em exercício, Guido Mantega, percebe que a nossa campanha é pautada em argumentos e racionalidade, diferentemente de nossos adversários, que usam da mentira e da alquimia aritmética para escamotear aquilo que todo mundo está vendo e sentindo no bolso. Basta frequentar a feira semanal ou ir até o supermercado.

Não quero entrar no tema de corrupção e ataques aos cofres públicos. Pelo que nos vai sendo revelado dos depoimentos do ex-diretor da Petrobras e do doleiro oficial do governo, estamos diante de um escândalo muito maior que o mensalão.Também não quero perder tempo recordando as imagens lamentáveis do ex-presidente Lula dividindo palanques com Jader Barbalho, Renan Calheiros, Collor de Mello, Paulo Maluf, José Sarney, entre outros, ao longo da campanha no primeiro turno.

Em toda a sua campanha, o candidato Aécio Neves vem adotando uma postura propositiva, buscando o aprofundamento do debate político. Aécio divergiu de Marina Silva, sem dúvida, mas divergiu no campo da política e das propostas. Coerente com sua biografia, Aécio não dedicou nenhum minuto de sua campanha em “desconstruir” a candidata do PSB , nem tampouco em colocar na boca de Marina mentiras e palavras que jamais foram ditas. Quando alguns militantes do PSDB e seus coligados não acreditavam mais nas possibilidades de nosso postulante, Aécio permaneceu trabalhando firme, obstinado, confiante no potencial de sua mensagem.

Aécio Neves será o nosso leme seguro num futuro que se apresenta repleto de dificuldades. Mais do que isso, Aécio já mostrou que é o único nome capaz de reunir os melhores quadros e forjar as alianças necessárias para levar a nossa nau-país a bom porto.

Desde já , sabemos que não vai ser fácil. Assim que o lulopetismo for desalojado do Aparelho do Estado, os brasileiros vão conhecer em toda a sua extensão  a devastação que o “aparelhamento” do PT e seus aliados  fizeram nas contas públicas, nas estatais, nos fundos de pensão, nas autarquias e na economia como um todo. Teremos também os petistas na oposição, atribuindo ao futuro governo as mazelas e escândalos que eles mesmos criaram. Para corrigir todos os equívocos e tramoias desta, sim, verdadeira “herança maldita”, a sociedade brasileira será obrigada a suportar grandes sacrifícios.

Mas nós não temos medo. Nós, que derrotamos uma ditadura militar com a força da Democracia, não vamos sucumbir frente a uma quadrilha de cafajestes.

Por isso tudo, sem vacilações, vamos de Aécio Neves 45 no segundo turno.

E tenho dito.

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MARCELO MADUREIRA CUTUCA

MarceloMadureira-Vitória

Tucano: Casseta Marcelo Madureira cutuca artistas petistas

Por Mônica Santos

 

Sempre que pode o casseta Marcelo Madureira vem em Vitória para visitar o amigo Luiz Paulo Vellozo Lucas, candidato a deputado federal. Eleitor de Aécio Neves (PSDB), o humorista conversou com a juventude tucana e deixou clara sua posição em relação à corrupção, democracia e patrulhamento. Estiveram na casa do candidato, em Fradinhos, cerca de 120 pessoas para ouvir o depoimento do artista. Ao confrontar suas ideias com os jovens, Madureira expõe sua estranheza com artistas como Chico Buarque e Luiz Fernando Veríssimo que “apoiam um governo que, sempre que pode, suprime a liberdade de manifestação”. Na manhã desta sexta-feira (19/09), ele caminhará pelo Centro de Vitória ao lado do tucano. 

ESPÍRITO SANTO

Sou um capixaba honorário. Nem preciso de título da Assembleia Legislativa. Estou aqui dando uma força na campanha do Luiz Paulo. Ele tem uma força própria, mas eu gosto de participar. Acho que a campanha política aqui é sempre empolgante. Uma coisa que gosto muito é ficar em contato com o povo capixaba. Para mim é muito prazeroso, independente de ser uma época de política, acho que é legal. Me dá prazer. 

PANORAMA POLÍTICO

Me parece muito fácil votar para presidente da República, por exemplo. Eu acho que, sem dúvida nenhuma, Aécio Neves é o melhor candidato. Ele reúne, objetivamente, as melhores condições para poder governar o País, principalmente no que vem por aí. Porque o PT perdendo as eleições, aí que os brasileiros vão conhecer o que é, de verdade, uma herança maldita. 

PAÍS DRAMÁTICO

Eu vejo esse momento como uma encruzilhada, mas o Brasil é um País dramático. A renúncia do Jânio, o suicídio do Getúlio, agora esse acidente do Eduardo Campos, então, se vive de reviravoltas. Coisas dramáticas que levam a política para um campo emocional que é muito perigoso. Mas estou muito confiante no eleitorado. Estou muito confiante nessa última pesquisa do Ibope e acho que, e torço, é claro, para que haja uma sensatez do eleitor nesse momento para escolher o Aécio para conduzir o País nesses próximos quatro anos aí.

PATRULHAMENTO

Eu acho que, pelo menos até onde posso entender, nós estamos em uma democracia onde cada cidadão tem o direito de emitir sua opinião, tem o direito de colocar suas ideias em contraponto a outras ideias. Assim como tenho as minhas ideias, respeito muito as ideias que não convergem com as minhas, mas acho que esse debate é importante. É da discussão que vem a luz. Eu não estou nem aí para esse patrulhamento. Quem faz esse tipo de patrulhamento é porque não está no jogo democrático.

Sinceramente, não dou muito papo para isso não. Eu procuro identificar na oposição. Quero dizer, na oposição às minhas colocações, pessoas que refutem minhas ideias com argumentos, mas não encontro. A própria campanha insidiosa que o PT está fazendo contra a Marina. Eu não apoio a Marina e vejo vários problemas com a Marina. Mas as minhas divergências com ela são políticas e é dentro desse plano que eu vou discutir com os apoiadores da Marina. E essa conduta que a Dilma, o PT e o Lula estão adotando, por exemplo, isso não engrandece, não aumenta a massa crítica da população de maneira nenhuma. Isso é prejudicial.

PT E ALIADOS

Eleição é um período muito bom porque é o período em que as pessoas discutem política. Discutem o destino do País, seus destinos, fazem uma reflexão sobre isso. Isso é uma grande contribuição das eleições. Infelizmente, o que a gente vê, o PT que é o partido aliado ao Sarney, ao Collor, ao Maluf adota a conduta mais atrasada. Essa conduta de ficar baixando o nível da campanha e fazendo acusações infundadas, mentindo. Mas eu também tenho muita esperança. O povo não é burro, não. O povo não é bobo e não vai cair nessa. Acho que o povo está cansado do PT.

JUVENTUDE

O recado para a juventude é que se interesse por política, se interesse pela história do nosso País, se interesse pela história de sua cidade, do seu Estado. Procure exercer a sua cidadania. Cidadania não são só direitos. Cidadania são deveres também. Vivenciar e trabalhar a vida comunitária. Viver a vida comunitária seja no seu prédio, no seu bairro, na sua rua, na sua escola, no seu trabalho. Viver é fazer política. Acho muito esdrúxulo a pessoa dizer “eu não me interesso por política”. Esse tiririquismo que tem. Quem não se interessa por política está condenado a ser governado por quem se interessa.

 DEMOCRACIA

Eu não quero fazer a cabeça de ninguém. Não sou cabeleireiro para fazer a cabeça dos outros. Acho que cada um deve adquirir suas convicções através de seus estudos, de sua reflexão, de seu conhecimento. Portanto, procurem conhecer a história do nosso país, principalmente, a nossa luta recente. A luta pela nossa democracia. O que aconteceu no nosso País. E procurem também dar uma contribuição à sociedade. Por menor que seja porque é esse engajamento que dá melhor consciência política, dá melhor postura política. Independente do que você pensava, suas conclusões são suas conclusões e aí eu vou respeitá-las, por mais diferentes que sejam das minhas. Democracia é isso aí.

 HUMOR

O humor tem se colocado na minha vida, basicamente, com o Agamenon que agora está na Veja também. Vai entrar na segunda semana. O Agamenon que estava no Globo, agora está na Veja, que é importantíssimo. Aí você vê que eu sacaneio todos os candidatos, inclusive o meu candidato Aécio Neves. Eu faço piadas sacaneando Aécio Neves. Então, isso mostra que a pessoa física, o cidadão, e a pessoa jurídica, são pessoas distintas. Eu falo que a campanha de Aécio vai decolar e vai decolar da pista de Cláudio, que ele mandou construir. Eu estou sacaneando ele e é meu dever de humorista. Humorista não tem partido, humorista não tem candidato. O cidadão tem. É aquela velha história. Eu faço porque na verdade eu quero aumentar a densidade política da sociedade. Que cada um vote segundo sua consciência. Não quero convencer ninguém. É aquela história “não me siga porque não sei para onde estou indo”. Quem sou eu para dizer quem está certo ou quem está errado? Eu coloco minhas ideias. Se as pessoas procurarem no meu blog (www.casseta.com.br/madureira), lá vão ver que eu exponho minhas ideias. Minhas ideias têm um porquê.

 PROJETO DO GOVERNO

Mas esse confronto tem que se dar com honestidade intelectual, com honestidade política, e não o poder pelo poder. E essa é a minha grande discordância do governo hoje. Estar no governo apenas com o projeto de poder. E não com o projeto de transformação da sociedade brasileira. Um projeto demagógico, patrimonialista, um projeto em que a corrupção campeia, um projeto em que o Brasil está alinhado com o que existe de pior hoje no mundo. Posso estar errado. Se alguém quiser vir esgrimar as ideias, estou aqui à disposição.

 

Matéria publicada originalmente no site LEIA-SE em 18/09/2014.  http://leiase.com.br/tucano-casseta-marcelo-madureira-cutuca-artistas-petistas/

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Por que voto em Aécio Neves?

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“Só se desilude quem se ilude.”

Acho que entendo o enorme crescimento das intenções de voto na candidata Marina Silva. É o voto daqueles que se encontram desiludidos com a política no Brasil. E todos temos carradas de razões para tanta desilusão.

Mas também acho que não é por aí que a sociedade brasileira vai recuperar a confiança na classe política. Se é que já houve alguma.

Não canso de repetir: a maior contribuição do Lula, e do lulopetismo, para a história do país foi trabalhar sem descanso pelo descrédito na política.

No poder, Lula da Silva aliou-se ao que existe de mais atrasado na política brasileira: José Sarney, Renan Calheiros, Collor de Mello, Paulo Maluf, entre muitos.

E foi em frente: cooptou artistas, intelectuais, a Academia, sindicatos e todas as formas de representação, utilizando-se do populismo, da demagogia e do clientelismo em níveis jamais vistos no Brasil, culminando com a relação perversa estabelecida entre o governo e o Poder Legislativo e que acabou desaguando no mensalão.

Lula “legitimou” a mentira como prática política. E como se isso fora pouco, o lulopetismo se infiltrou no aparelho de Estado, disseminando a corrupção e os escândalos, sem esquecer da total  incompetência na gestão da máquina pública.

Os governos petistas provocaram a interrupção de um processo virtuoso de reconstrução do Brasil e sua democracia. Um processo que começou na luta pela derrubada da ditadura militar e prosseguiu com as manifestações pela anistia, pela Constituinte, pelas Diretas Já e pelo movimento Fora Collor.

O PT luta, tenazmente, contra a livre manifestação de opinião e contra as liberdades democráticas, pilares de uma democracia que seus ideólogos julgam “burguesa”.

Dentro da estratégia de desconstrução da história, os governos do PT demoliram grande parte das reformas estruturais e modernizantes dos governos FHC. Perdeu-se a confiança em nossa economia, a inflação volta com força e o desequilíbrio nas contas públicas se aprofunda.

É claro que tanta “operosidade”, mais cedo ou mais tarde, cobraria o seu tributo. Hoje o Estado brasileiro não responde às mínimas necessidades básicas do cidadão: Saúde, Transporte, Segurança e Educação.

Portanto, tudo é descrédito e desilusão, como pudemos constatar nas manifestações de junho de 2013.

E o que acontece? A candidatura de Marina da Silva cai feito um bólido dos céus cinzentos e explode, comovendo milhões de eleitores até então desinteressados das eleições.

Marina vem com um discurso de recusa “a tudo isso que está aí…” (acho que já ouvi isso antes…), propondo uma “nova política”, mas sem explicar direito a que nova política se refere. Este é o discurso de Marina da Silva, apesar de ter participado ativamente deste ambiente pantanoso e, às vezes, em péssimas companhias. Seria Marina um segmento do PT envergonhado?

Como vai se comportar Marina da Silva no Palácio do Planalto se, já na campanha, recua frente a questões como aborto, homossexualismo e transgênicos?

O brasileiro quer buscar representação na política. Mas isso não acontece votando no Tiririca nem na Madre Teresa de Calcutá.

O brasileiro precisa de urgente melhora na sua qualidade de vida.

O brasileiro precisa de independência nas suas entidades colaterais de representação, como sindicatos, associações profissionais, movimentos sociais e ongues. Principalmente que não sobrevivam às custas de verbas públicas, sujeitas a interferências de governos.

O brasileiro também precisa tomar tendência de suas responsabilidades de cidadão. Ninguém se sente responsável pela situação em que o país se encontra. Nas questões de cidadania, só lembramos dos nossos direitos quando também temos deveres. O brasileiro não quer nem ser síndico do prédio.

O brasileiro bate no peito e sente-se superior quando afirma: “não me interesso por política!”, esquecendo-se que “quem não se interessa pela política, está condenado a ser governado por quem se interessa”.

A sorte está lançada, as cartas estão na mesa: Dilma é um tíquete sem escalas para o abismo. Marina é um bilhete de loteria, um salto no escuro, uma esfinge que, quando decifrada, pode se transformar em mais uma desilusão.

Temos Aécio. Conhecemos sua história, sua trajetória consistente e competente na política, tanto no Executivo quanto no Legislativo.

Contando com a colaboração de Armínio Fraga, Aécio vai trazer a confiança de volta ao ambiente econômico, recuperando o equilíbrio fiscal, a austeridade nos gastos públicos, a transparência na gestão, reiniciando um novo círculo virtuoso no país. Tudo dentro da mais rigorosa prática democrática e constitucional.

Mas, vejam bem, essa tarefa não vai ser fácil. Ao amanhecer do novo governo, os brasileiros vão conhecer o que é uma herança maldita de verdade. Quando o PT e seus capangas forem desalojados do poder, os esqueletos apodrecidos sairão em multidão dos armários das estatais. Retirada a maquilagem das contas públicas, ficaremos frente a frente com a nossa realidade. Ano que vem vai ser muito difícil, independente de qual candidato for eleito.

E é por isso que voto em Aécio Neves. Na minha opinião, o caminho mais seguro para enfrentar os tempos sombrios que nos aguardam.

E tenho dito.

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