CURSO DE MARKETING PESSOAL PARA TINDER

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Tá cansado de ter apenas “swipe left” na sua vida e quer ser um astro das possibilidades de pegar doenças sexualmente transmissíveis? Pois é, nós do tabablog temos uma notícia ÓTIMA pra você.

Nosso estagiário aidético Juny Santana fará um workshop que mudará a sua vida amorosa por completo. Você, com certeza, vai deixar de ser um fracassado na vida e no Tinder, pra ser um fracassado apenas na vida, porque no Tinder a quantidade de mulheres que você vai passar a pegar vai aumentar em torno de 70%. Isso mesmo!!!

Procure-nos já!

Fonte da kibada (que era brincadeira de 1º de abril da UniCruz, segundo o amigo Lucas Padilha.

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ao todo.

JOSIAS, DEVOLVE ESSE DINHEIRO

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Tudo começou na sexta passada, quando o Helio (de La Peña) pediu uma montagem para o blog. A ideia era usar a mesma pessoa em duas situações: feliz e zangada. E lá fui eu procurar nos bancos de imagens. Foram quase duas horas caçando alguma foto decente (e que não custasse os olhos da cara) até que eu encontrei o Josias.

Closeup portrait greedy banker, executive, CEO boss, corporate employee funny looking business man, holding dollar banknotes, money, suspicious, sarcastic, isolated white background. Face expressions

Seus olhos cruzaram com os meus e na hora não consegui fazer mais nada. Josias era o meu foco. Chamei os colegas (Vinicius e Juny) e ambos compartilharam a minha admiração. Tinha alguma coisa a mais no Josias. Se era ambição, gana, raiva, ou o fato que eu não teria dinheiro pra comprar as fotos, eu não sei. Mas Josias mexeu comigo.

stock-photo-closeup-portrait-happy-young-man-wide-open-mouth-looking-shocked-surprised-disbelief-hands-in-184573481Josias é gente como a gente. Josias e feliz, bravo, ambicioso e sonhador. Tem um pouco de Josias em mim e eu tenho certeza que tem em você também.

Pesquisamos e descobrimos a história de Josias. Acompanhe.

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AMIGAS FRITANDO NA BALADA

Independente de quão hétero seja, todo homem já pensou em se travestir de alguma forma e sair pra balada. Com o Juny, o estagiotário e Vini, o autoproclamado chefe dele, não foi diferente. Dessa vez eles se travestiram com o aplicativo Face Swap Live e saíram pra baladinha monstra e febrosa.

Esse é um produto da Equipe TabaVlog e todos os direitos estão reservados. Se você copiar essa merda pra algum lugar nós vamos te achar e te encher de porrada, seu arrombado.

Siga o Vinícius Tamer no Twitter: http://www.twitter.com/viniciustamer
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JÔ SOARES AO CONTRÁRIO ENTREVISTA A FAMOSA EQUIPE DO SITE DO CASSETA

Famoso comediante e apresentador de talk-show brasileiro, Jô Soares (só que ao contrário) entrevista a humorista & comediante & princesinha de Caxias-RS & branquela & ex-ruiva & chega de adjetivos, Denise Dambros.

O estagiotário de Denise, Juny Santana, também participa do programa, só que o câmera-man se demitiu por conta de assédio e Juny, como estagiscravo, teve de assumir as câmeras.

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OS SEGREDOS DO UNIVERSO ESTÃO ATRÁS DE UMA PIA DE LOUÇA SUJA

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O que move a humanidade não é querer ter muito dinheiro, uma pessoa bonita e legal pra estar junto ou ser atendido de forma decente em qualquer estabelecimento do governo. Não. O que move a humanidade são objetivos. O que é grande pra mim pode ser pequeno pra você e o que é grande pra você… bom, muito provavelmente, não significa nada pra mim. Foi mal! Mas é a verdade.

Arthur sempre teve tudo muito fácil. Tudo. Ia pra escola com motorista, ganhou mesada dos pais até os 30 e todas as suas namoradas eram basicamente por conta de seu status social. Não era uma pessoa interessante e, pra falar a verdade, não se interessava muito em ser. Não precisava. Tudo que ele queria ter, podia comprar. Pra quê ser interessante?

Até que um dia ele teve um encontro mágico. Não, não foi com uma divindade oriunda de um livro velho ou com um espírito que faz as pessoas ficarem se tremelicando e babando ao som de um tambozão completamente fora de ritmo. Foi com um homem vestido de cachorro numa kombi de podrão às 3:21 da madrugada, no Grajaú (um bairro carioca onde quem vive por lá, ama, quem ainda não vive, quer viver, quem já viveu e entendeu o que é, não quer voltar e quem não viveu, não sabe a sorte que tem). Como eu guardo todas essas características, de hora e aparato vestual? Não importa…

Arthur acenou com a cabeça para o homem vestido de cachorro, cumprimentando-o. Não tava afim de papo. Ele só estava ali querendo seu podrão e ir embora. Não era larica. Não era desejo de grávido. Não era por que o podrão era gostoso. Ele só queria. Na verdade ele não sabia muito bem o motivo de ir até lá nos últimos três meses. O podrão escorria um óleo velho como a saliva (a famosa baba) de alguém que tem paralisia cerebral. Na verdade era bem nojento. Mas ele ia ali.

O homem vestido de cachorro estava lá e respondeu o aceno com um estranho “lembra de mim?”.

Como lembrar? Arthur não vivia no Grajaú. Arthur conhecia o bairro há três meses, quando parou na kombi de podrão após o show de uma de suas bandas favoritas que tocava ali perto. Esse detalhe também não importava.

– Pra falar a verdade, não lembro. – Arthur falou assustado. – Quem é você?

– Mariozinho, Tucão! Sério que você não lembra? É a roupa de cachorro ou eu não estar oferecendo bala na porta do carro do seu pai toda manhã?

Um turbilhão de imagens passou pela mente de Arthur nesse momento. Ele se lembrou de um garotinho que oferecia bala no sinal, perto da sua escola. Três ou quatro vezes tinha ganhado balas do garoto mas nunca deu a mínima.

– Caramba! Lembrei! Como você sabe meu nome?

– Eu sei de muita coisa sobre você. Na verdade te odiei a minha vida inteira.

Arthur se assustou e achou que morreria. Pelas mãos de um homem vestido de cachorro. Por mais sem rumo que seus últimos 42 anos fossem, essa seria uma morte muito deprimente.

– Por que? Meu pai ficou devendo bala pra você alguma vez?

– Na verdade, não. Mas, desculpa te falar assim, tenho uma revelação pra você. E é verdade. Ele não era só seu pai. Era meu, também.

– Ahn? – Arthur não estava chocado, na verdade quis rir.

– É sério. Aquilo das balas que eu fazia era algo pra me aproximar dele. Ele sempre me tratou bem. Até que um dia, um dia antes dele falecer, fomos até o hospital, minha mãe e eu, e falamos a verdade. Ele sabia. Uma parte da herança dele veio pra minha família. Nunca foi divulgado. Você sabe como ele era importante. Um bastardo na família de alguém do status dele não é algo muito legal..

– Entendi… bom… mas na verdade, desculpa, desculpa mesmo, não me faz a menor diferença. Desculpa mais uma vez.

– Claro! Pra mim também, não. Mas se passou tanto tempo, talvez você se interessasse em algo além desse podrão horrível às 3:34 da madrugada. Nossa, não sei como você consegue comer isso! É nojento.

– Já comi balas piores… – Arthur disse baixinho e revirando os olhos como se estivesse, de fato, de saco cheio daquilo – Mas me diz só uma coisa. Por que essa roupa de cachorro? Você não tá rico por causa do dinheiro do meu pai?

– Tô sim! É que tô voltando de uma missão espacial em Marte, me deixaram aqui porque quis guardar a roupa de astronauta.

– Você quer que eu acredite que a roupa de astronauta brasileiro é uma roupa de cachorro? Que patifaria!

– Tem muitas verdades que você não acreditaria. Deixa pra lá.

– Deixa pra lá, nada!!! O que você tava fazendo em Marte?

– Plantando batata.

– Como assim plantando batata em Marte?

– É o que os astronautas fazem em Marte. Mas já disse, você não acreditaria. E outra, pelo seu jeitinho, acho que não posso contar.

– Como assim “meu jeitinho”?

Mario tirou um aparelho cilíndrico e fino de dentro do rabo do cachorro e mostrou pra Arthur.

– Você aparentemente nunca lavou uma pilha de louça suja, tô certo?

– O que isso tem a ver?

– Isso é a primeira coisa que esse aparelho produzido em Ganimedes alerta. Pessoas que nunca lavaram louça na vida são indignas de saber esse tipo de coisa, e acham loucura.

– Você quer que eu acredite de verdade nisso?

– Quer testar? Tem louça em casa?

– Eu lavo as da kombi do podrão só pra fazer você passar vergonha.

E Arthur realmente lavou. Tudo. As conchas que pegavam azeitona e ovo cozido, os potes que guardavam maionese e mostarda. Juntos. Tipo sorvete, saca? Arthur fez Sebastião e sua filha, Sthephaney, muito felizes aquele dia.

Mario colocou o aparelho pra funcionar e funcionou. Arthur aquele dia descobriu todos os segredos do universo. Tudo que era mentira e verdade.
Mas, não. Não era a louça o gatilho pros segredos do universo. Seria lindo se fosse, mas não era. O segredo era ele ter o mínimo de objetivo na sua frente pra poder conquistar algo maior. Fica aí o conselho.

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ANTÍDOTO

Júnior SQL ficou conhecido pelos vídeos no La Fênix, mas desde que deixou o grupo, passou a se dedicar a projetos pessoais.

Bueiro‘, canal voltado ao mundo do Rap, foi um deles, mas como ele mesmo me disse: Quero fazer cinema! Desde que entrou nessa nova “onda”, pude presenciar uma enorme evolução em matéria de planos, roteiros e edição.

Esse resultado está presente em “Antídoto”, um curta-metragem que traz a resposta para um questionamento, que você só vai saber qual é quando assistir. Em “Antídoto”, a história e até mesmo a simplicidade dos diálogos me agradaram e muito. Não sou crítico de cinema, mas posso dizer que se você costuma assistir curtas, perceberá que este, com certeza, teria condições de estar em algum desses festivais.

Quem sabe ele não chega lá? Vamos torcer!

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O SONHO QUE ME FEZ TER CERTEZA DE QUE ERA UM RETARDADO

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Não costumo me lembrar de sonhos, quando lembro, enchem meu saco pra me mostrar seus significados. Pra falar a verdade, não dou a mínima. Eu sei que esse nível de ceticismo é meio chato às vezes, mas é algo meu que realmente teria solução se eu transasse mais e me masturbasse menos.

Mas, honestamente, um desses sonhos mexeu muito comigo e me fez procurar ajuda psicológica há uns 6 anos, fiz análise por 2. Ok, o fato da minha psicóloga ser extremamente gostosa também me fez prolongar essas visitas na clínica, mas isso não vem muito ao caso.

No sonho eu era um coelho. Não desses coelhos normais com pelos brancos e olhos vermelhos das musiquinhas chatas pra mais de metro infantis. Muito menos um valente coelho azul que voa de encontro à cabeças de garotinhos com poucos cabelos na cabeça e muitas ideias idiotas também nela. Eu era muito mais que isso. Eu era o líder de um dos quartéis generais da resistência.

Eu sei que você deve estar se perguntando ‘que resistência?’. Bom, talvez nem esteja. Mas vou contar mesmo assim.

O ano era 4020, a Era das Máquinas havia acabado…

Sim, houve uma Era das Máquinas. O cientista esloveno Janrique D’Camps, em um esforço hercúleo pra não permitir que a raça humana fosse realmente extinta, decidiu implantar consciência em animais, a fim de que eles os ajudasse contra os robôs. Tudo isso com uma tecnologia intersect em que, mostrando milhares de nudes pra animais em um tempo muito curto, eles passariam a pensar como humanos, inclusive num ódio mortal contra feminazis, esquerdistas e um primordial, que jamais seria esquecido: uma ex-presidenta de um país chinfrim de terceiro mundo que fora atolado em lama no ano de 2018, o Brasil.

Alguns animais conseguiram se adequar a isso e foi impressionante a sapiência deles em batalha, a força que eles tinham também era surreal, os robôs não tiveram chance. Ao fim as lutas, aos milhares os bichos foram se reproduzindo. Humanos e animais viviam em paz, até que os ditos “não evoluídos” passaram a se achar melhores que os humanos e se insurgir. Eles realmente eram melhores. O porcos Snowball e Napoleon iniciaram a revolução que, poucos anos mais tarde, vinha se tornar a desgraça da raça humana. Essa foi a Revolução dos Bichos.

A terra, então, era governada pelos porcos. E, por mais que isso possa parecer mentira, as leis eram incríveis. Os banhos de lama impostos pelo governo nem eram tão impostos assim, porque era algo sensacional. Não havia mais armas, era algo totalmente obsoleto. Não havia analfabetismo, os animais não precisavam de analgésicos ou qualquer tipo de medicamento, não era mais necessário aulas em faculdade, não havia lembrança de como foi a terrível e humana Segunda Guerra Mundial e, o melhor de tudo, não endeusavam mais músicas merdas como as do Pearl Jam ou o Chorão, do Charlie Brown Jr. Tudo era demais.

Mas como a paz e toda festa à fantasia onde as pessoas se assumem alcoólatras e colocam a culpa na bebida por ter comido muito feijão e defecado no local fazendo com que quem estava se divertindo praticando a velha arte do coito (em ménages com anões e tamanduás, inclusive) estivesse quase num ato de scat muito louco, isso não dura pra sempre. Num erro da única equipe de ciência global da nossa terra, explodimos um reator no centro da terra fazendo com que os humanos mortos na Revolução dos Bichos ressuscitassem querendo apenas nos comer como churrasquinho em lajes. A raça humana estava de volta e praticamente imortal.

Nossa única defesa contra eles eram baguetes, era a única forma de matá-los de vez. Acertar baguetes em suas cabeças fazia com que caíssem por terra. Mas eram muitos.

Restaram pouquíssimos de nós.

Os humanos são seres detestáveis. Eles postam algo que chamam de selfie a cada animal caçado. As tags ‪#‎hojeteve‬ e ‪#‎tododiaédiapracaçarumbichinho‬ infestam o anigram, nossa maior rede social de fotos.

Nossa luta continuava incessantemente, mas sabíamos que não tinha nenhum jeito de ganharmos. Nossas patas não eram boas pra fazer baguetes, os únicos que podiam nos ajudar nisso eram os macacos, mas a maioria deles havia passado pro lado dos humanos zumbis, gostavam estranhamente de ensiná-los a ficar balançando em cipós e ficar dando gritinhos chatos pra nos assustar.

Eu e mais dois amigos, Stremel (um chato que gostava de citar um filósofo que só falava em cavernas) e Jhonathan (um dos que recebiam bolsas do governo da nossa terra por ter mais de uma letra ‘h’ no nome), resolvemos entregar nossas bases. Não havia esperança pra gente e nem pros outros animais. Pra evitar esse sofrimento de ter de lutar por algo que não valia a pena, nos levaram.

Serraram minhas pernas e acordei. Acordei assustado e tremendo com esse sonho realmente tenso. Principalmente pelo fato deles estarem serrando minhas pernas. Até porque, na realidade, eu não as tenho.

É isso.

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Cozinha Trevous | Culinária sem cococó

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A gente vê uma cacetada de canais de culinária torrando o saco dos outros com uns vídeos mambembes pra cacete por aí, gente que não sabe/gosta de cozinhar se aventurando (caindo de paraquedas, na verdade) na cozinha só pra gerar interatividade em seus canais e trazer likes pra eles.

O que trazemos hoje é algo novo. O Vinícius Tamer, que trabalha aqui no site do Casseta & Planeta e do TREVOUS (um agregador de conteúdo diferenciado na internet), sempre gostou de cozinhar e é um tremendo fanfarrão, após unir essas duas coisas, criou a Cozinha Trevous e junto com a Patty Maionese cozinha várias coisas legais.

 

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ARTISTA MOSTRA COMO A IMAGINAÇÃO DAS CRIANÇAS É ILIMITADA

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A imaginação é algo que não tem fim. A infantil então, nem se fala…

Quem nunca se imaginou como um herói de história em quadrinho ou disse um “eu sou o Wolverine, falei primeiro” quando tava brincando de qualquer coisa que houvesse personagem quando pequeno que atire a primeira pedra. A questão é: isso é algo ilimitado!

O artista gráfico Jason Ratliff criou uma série brilhante chamada “Superhero Shadows” onde retrata crianças agindo de alguma forma e sua sombra mostra o herói que ela quer representar.

Mas se engana quem pensa que isso tudo foi feito pra homenagear os heróis, Ratliff, em entrevista ao Mashable, explica que a imagem não é necessariamente sobre o herói, é sobre como uma criança pode ser qualquer coisa que ela quer ser e o personagem na capa só ajuda a representar essa aspiração.

Bonito, né? Veja…

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